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	<title>Primeira Pauta - Jornalismo eletrônico</title>
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	<description>Alunos Opet do curso de Jornalismo</description>
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		<title>Carlos Bracher, um resistente da pintura</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 23:44:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Marcio Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Mostra do expressionista mineiro permanece no Museu Oscar Niemeyer até 26 de setembro
Por Julia Karini
A mostra “Um resistente da Pintura” apresenta uma cronologia da obra e, consequentemente, vida de Carlos Bernardo Bracher (Juiz de Fora, 1940). Os trabalhos estão expostos no Museu Oscar Niemeyer (MON), onde permanece até o dia 26 de setembro. O nome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_398" class="wp-caption aligncenter" style="width: 214px"><a href="http://primeirapauta.com/br/wp-content/uploads/2010/09/Figura1.jpg"><img src="http://primeirapauta.com/br/wp-content/uploads/2010/09/Figura1-204x300.jpg" alt="" width="204" height="300" class="size-medium wp-image-398" /></a><p class="wp-caption-text">Carlos Bracher em seu ateliê, em Ouro Preto.</p></div>
<blockquote><p>Mostra do expressionista mineiro permanece no Museu Oscar Niemeyer até 26 de setembro</p></blockquote>
<p><strong>Por Julia Karini</strong></p>
<p>A mostra “Um resistente da Pintura” apresenta uma cronologia da obra e, consequentemente, vida de Carlos Bernardo Bracher (Juiz de Fora, 1940). Os trabalhos estão expostos no Museu Oscar Niemeyer (MON), onde permanece até o dia 26 de setembro. O nome da mostra se explica pelo desprestígio dado à essa expressão em forma de tinta na tela que Bracher sofreu em meados de 1970, mas mesmo assim não deixou de fazê-la.<br />
Para Bracher seus trabalhos expostos se prestam a “expressar sentimentos humanos complexos, alegrias, tristezas.” Nesse tipo de expressão vemos cores que saltam aos olhos dos expectadores em tons fortes, inspirados em Van Gogh. Um expressionismo aprendido com seu tio Frederico Bracher Júnior, pintor acadêmico, e seus irmãos Nívea e Décio.<br />
A sua mudança para Ouro Preto, em 1971, é sempre presente em suas pinturas, mostrando uma Minas Gerais diferente da clássica pintura dos balões e igrejinhas que retratam o Estado do Sudeste brasileiro.<br />
Suas telas mostram paixão entre pinceladas que deixam relevo na tinta por onde passam.<br />
Para o curador da mostra, Olívio Tavares, “a observação retrospectiva da produção pictórica de Bracher é um dos argumentos, uma das provas conclusivas de que todas as técnicas e linguagens, quando sabiamente usadas, estão destinadas à permanência.”<br />
Esse “saber usar” de determinadas técnicas e linguagens dito por Tavares são perceptíveis nas obras selecionadas e a disposição do público no MON. Como autodidata, Bracher não perde para nenhum estudioso das artes. Pelo contrário, a emoção que passa é mais forte que qualquer técnica presente nas obras dos grandes pintores expressionistas.<br />
Suas obras são expostas cronologicamente, de 1960 a 2009, mostrando não só a evolução do artista mas uma biografia em forma de arte. Por onde passou, o que viu em cada cidade, seus sentimentos realmente expostos ao público.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>ENDEREÇO: Rua Marechal Hermes, 999 , Centro Cívico<br />
Telefone: (41) 3350–4400<br />
O MON funciona de terça à domingo, das 10h às 18h, o ingresso é R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia, para estudantes identificados e idosos acima de 65 anos).<br />
<a href="http://primeirapauta.com/br/wp-content/uploads/2010/09/Figura21.jpg"><img src="http://primeirapauta.com/br/wp-content/uploads/2010/09/Figura21-206x300.jpg" alt="" width="206" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-402" /></a></p>
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		<title>Uma proposta de recall para os brasileiros</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 01:11:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Marcio Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Epifânio Pereira
As eleições são um momento de refletir nos erros do passado e procurar corrigir o que há de errado entre os que cometem erros constantemente
Já se tornou comum o telespectador acompanhar jornal ou programa de entretenimento e, de repente, entra um COMUNICADO IMPORTANTE, a empresa X convoca seus clientes para levar o bem para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Epifânio Pereira</strong></p>
<blockquote><p>As eleições são um momento de refletir nos erros do passado e procurar corrigir o que há de errado entre os que cometem erros constantemente</p></blockquote>
<p>Já se tornou comum o telespectador acompanhar jornal ou programa de entretenimento e, de repente, entra um COMUNICADO IMPORTANTE, a empresa X convoca seus clientes para levar o bem para trocar determinada peça que pode se soltar e causar acidente. O famoso Recall do inglês &#8220;chamar de volta&#8221;, &#8220;chamamento&#8221; ou recolhimento de produto, é uma solicitação de devolução de um lote ou de uma linha inteira de produtos feita pelo fabricante. Inúmeros são os exemplos nos últimos anos de empresas realizando recall. Geralmente empresas automobilísticas com destaque mundial e presente em todos os continentes chamam mais a atenção. Mas não são somente elas a colocar produtos com defeito no mercado. A lista inclui alimentos, brinquedos e outros bens das mais variadas origens.<br />
Um exemplo é a gigante Mattel, uma das maiores fabricantes de brinquedos do mundo, que passou por problema semelhante em 2007 e 2008. Na época, a empresa teve que recolher milhares de lotes de brinquedos que apresentaram defeitos. O problema foi identificado na boneca Polly. No interior do brinquedo, um pequeno imã mal fixado na roupa poderia se soltar e ser ingerido pelas crianças que a manuseavam.<br />
Já a tinta utilizada em um dos bonecos da linha apresentava composição química diferente da recomendada por órgãos responsáveis pela avaliação da qualidade do produto. Como consêquencia a empresa teve de retirar do mercado mundial em 2007 cerca de 22 milhões de brinquedos.<br />
O conceito no espectro político<br />
Recall é um conceito que pode ser utilizado pela sociedade brasileira, nesse período (e quem sabe nos próximos também), para trocar alguns de nossos representantes. Ano de Copa do Mundo e eleição e depois durante os próximos quatro anos, mais Copa &#8211; a ser realizada no Brasil em 2014. Muitas obras de infra-estrutura serão realizadas, como melhorias em aeroportos, a construção de um metrô e uma infinidade de outras mudanças para o País sediar a Copa.<br />
Mas o que a sociedade brasileira tem que cobrar, e ficar atenta, é como será conduzida toda essa mudança e implantação de novos equipamentos urbanos como o proposto para realização do evento esportivo. É importante verificar se as licitações para as obras e se o dinheiro do contribuinte será investido de maneira correta. Não podemos correr o risco de nossa imagem ficar arranhada pela má gestão dos recursos a serem utilizados nessas obras. Devemos seguir a cartilha das grandes empresas quando detectam um problema: fazem o comunicado aos clientes para que levem seus bens para trocar a peça ou todo ele, pois foi identificado um problema. O povo brasileiro deve seguir as normas de qualidade, e mudar para representantes melhor qualificados. Isso evita ter a imagem arranhada por estar envolvido em escândalos, como os que estamos acostumados no noticiário.<br />
A respeito do recall as leis de defesa do consumidor de um país devem incluir orientações específicas sobre recalls, em alguns países, consumidores que não atenderem a um recall compulsório podem inclusive ser multados, no caso do Brasil as leis para a corrupção deveriam ser severas, os escandalos foram tantos que o país poderia estar em melhor situação financeira e social.</p>
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		<title>A razão de se falar mal da Riachuelo</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 00:47:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Marcio Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[OPINIÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[Guilherme Larsen
Com um investimento de quase um milhão de reais, a rua Riachuelo passa por obras que visam melhorar sua fama de local &#8216;mal freqüentado&#8217; por curitibanos, especialmente à noite. As obras, inciadas em outubro de 2009, pretendem mudar o visual do local, e, assim, afastar consumidores de drogas e as prostitutas da região.
O objetivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Guilherme Larsen</strong></p>
<p>Com um investimento de quase um milhão de reais, a rua Riachuelo passa por obras que visam melhorar sua fama de local &#8216;mal freqüentado&#8217; por curitibanos, especialmente à noite. As obras, inciadas em outubro de 2009, pretendem mudar o visual do local, e, assim, afastar consumidores de drogas e as prostitutas da região.<br />
O objetivo da Prefeitura é reintegrar o centro velho de Curitiba, com as ligações entre as praças Generoso Marques, onde já foi restaurado o antigo Paco Municipal, Tiradentes e a Rua Barão do Serro Azul.<br />
A restauração das calçadas foi o ponto inicial da obra. Também será recuperada a iluminação. Para atrair turistas, a Prefeitura instalará nova sinalização, e a Linha Turismo (alternativa para visitantes) terá o local incluído no roteiro ao final das obras, previsto para dezembro desse ano 2010.<br />
Sinônimo de lugar mal freqüentado, a rua Riachuelo deixou de ser um ponto de boa referencia para os curitibanos. Por muito tempo, prostitutas tomaram conta da região. Usuários de drogas também são constantes no local.<br />
O comerciante Matter Silveira, 56 anos, dono de uma loja de artigos para segurança, conta que em frente a seu estabelecimento há um orelhão no qual usuários pedem drogas direto para os traficantes. &#8220;De manha o movimento já começava. Eles pediam crack daqui mesmo, na frente de todo mundo. Mas agora, com as obras, não vi mais ninguém fazendo isso&#8221;, afirma.<br />
Outra mudança é o controle da poluição visual. Serão estabelecidas regras para a implantação de outdoors e publicidades externas nas fachadas de lojas.<br />
Por enquanto, as obras geram alguns transtornos no trânsito. No local, é freqüente a circulação de ônibus de linha. Como a Prefeitura optou pelo alargamento das calcadas, um trecho do asfalto está bloqueado.<br />
A circulação de pedestres é feita somente por um lado da rua. Com o encerramento da revitalização das calcadas do lado direito, no sentido do tráfego, as obras seguirão para o lado esquerdo. Enquanto isso, o trânsito segue caótico e movimentado na região, principalmente em horários de pico.<br />
Outra reivindicação dos comerciantes é a melhoria da segurança na região. Eles esperam que medidas sejam adotadas pelo poder público para coibir o tráfico de drogas e a prostituição. No entanto, acreditam que a revitalização da Riachuelo vai colaborar com uma nova imagem da rua.</p>
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		<title>Nova Rua 24 Horas anima moradores e comerciantes</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 00:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Marcio Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Adriano Hepp
Sem interessados na iniciativa privada, Prefeitura assume obra de R$ 3,84 milhões
Após um período de aproximadamente três anos interditada, a Rua 24 horas será reformada. A Prefeitura de Curitiba assumiu a responsabilidade pelas obras, pois mesmo abrindo editais de concorrência para a obra, nenhuma empresa se dispor a realizar a obra. A ordem para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Adriano Hepp</strong></p>
<blockquote><p>Sem interessados na iniciativa privada, Prefeitura assume obra de R$ 3,84 milhões</p></blockquote>
<p>Após um período de aproximadamente três anos interditada, a Rua 24 horas será reformada. A Prefeitura de Curitiba assumiu a responsabilidade pelas obras, pois mesmo abrindo editais de concorrência para a obra, nenhuma empresa se dispor a realizar a obra. A ordem para restauração foi assinada pelo prefeito Luciano Dutti, o secretário municipal de Obras Públicas, Mario Tookuni, e o presidente da Urbs, Urbanização de Curitiba S/A, Marcos Isfer. O custo está orçado em R$ 3,84 milhões, e manterá as características arquitetônicas do local.<br />
De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, a nova Rua 24 Horas terá central de turismo, café, espaço cultural, e outras atrações. Para comerciantes e moradores da região, a reforma tem outro significado. “Nós que nascemos na região e costumávamos passear pela Rua 24 Horas, sentimos uma falta muito grande nesses anos que ela ficou fechada. Agora poderemos matar a saudade”, declara Tatiane Borba, moradora da região há 15 anos.<br />
Outra novidade do ponto turístico é que os ônibus da Linha Turismo, responsável pelo transporte de 50 mil turistas/mês, terá o ponto de chegada e partida na Rua 24 Horas. Alegria para os comerciantes da região. “A reforma já traria mais pessoas para cá. Com a Linha Turismo tendo o ponto principal aqui, melhora ainda mais. As vendas vão crescer bastante”, afirma Letícia Domingues, dona de uma loja próxima à Rua.</p>
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		<title>Feira ReciclAção traz projetos sustentáveis à Curitiba</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 00:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Marcio Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Lucian Haro
Feira traz novidades tecnológicas para todos os tipos de usuários. E dá exemplo ao fazer cálculo e propor sequestro de carbono após sua realização
A quinta edição da Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental – ReciclAção movimentou em Curitiba, durante quatro dias, mais de nove mil pessoas interessadas em conhecer os novos projetos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lucian Haro</strong></p>
<blockquote><p>Feira traz novidades tecnológicas para todos os tipos de usuários. E dá exemplo ao fazer cálculo e propor sequestro de carbono após sua realização</p></blockquote>
<p>A quinta edição da Feira Brasileira de Reciclagem, Preservação e Tecnologia Ambiental – ReciclAção movimentou em Curitiba, durante quatro dias, mais de nove mil pessoas interessadas em conhecer os novos projetos sociais sustentáveis considerados referência. O evento tem como objetivo dar visibilidade às soluções ecologicamente corretas, dos setores público e privado por meio da apresentação de experiências bem sucedidas no segmento.<br />
Mais que pessoas, a ReciclAção reuniu, de 16 a 19 de junho, no Expo Unimed Curitiba, 78 expositores vindos de várias regiões do Brasil e até de outros países e muitos projetos inovadores. A diversificação das experiências apresentadas foi um dos destaques do evento. Algumas apresentações, destinadas ao público com qualificação técnica na área, foram de alta complexidade, mas os leigos no assunto também puderam conhecer soluções para o desafio da reciclagem e preservação em outros momentos da feira.<br />
Dentro do pavilhão de exposição aconteceram três mostras técnicas simultâneas, confirmando o resultado da soma entre preservação ambiental e tecnologia. Para o gerente executivo do Banco do Brasil, Maurício Messias, uma empreitada sustentável pode tornar-se uma atividade lucrativa, de grande interesse econômico e impacto sociocultural no mundo dos negócios. Messias lembra ainda, da preocupação social necessária nos projetos, “não basta praticar a sustentabilidade olhando apenas para o seu jardim, é preciso pensar em algo maior, o que deve ser levado em conta é a sociedade”.<br />
Projetos<br />
Entre os projetos inovadores, estava a Eco Shower, empresa que disponibiliza um economizador de água e energia para banhos com chuveiro elétrico. A proposta é alcançar até 40% de economia de água e energia durante os banhos. O chuveiro é considerado um acessório ecologicamente correto e economicamente viável, pois transforma o produto comum numa alternativa mais ecoeficiente, reduzindo consumo de água e de energia, promovendo a sustentabilidade do planeta.<br />
A trituradora de materiais Marquitec, também inovou. A empresa, que tritura desde de pneus até geladeiras inteiras, reduz os resíduos mais densos, para que seja possível a destinação correta do material, inclusive como matéria prima reaproveitamento. A Estre Ambiental, por sua vez, mostrou a tecnologia adotada pela empresa para a disposição final e gerenciamento de resíduos orgânicos e industriais. O empreendimento, inclusive, foi um dos que apresentou soluções para o lixo de Curitiba.<br />
No estande da TEGEVE e 3R Ambiental os visitantes conheceram inovações tecnológicas para tratamento de efluentes e reuso da água. Entre as novidades estão as unidades compactas para tratar o esgoto sanitário Ecotrate, voltadas para atender a necessidade das pessoas que desejam tratar seus rejeitos de maneira eficiente e com baixo investimento.<br />
Sustentabilidade em prática<br />
Além de promover a sustentabilidade, a ReciclAção cumpre também o papel a que se propõe, com uma ação de neutralização do carbono emitido ao longo do evento &#8211; os impactos no ambiente são minimizados com o plantio de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica. Para tanto, são levadas em conta todas as atividades envolvidas na realização da feira, desde a energia elétrica demandada para o evento em seu planejamento até os gastos de combustível no deslocamento até fornecedores e clientes.<br />
A neutralização do carbono certificada com o selo “Mudanças Climáticas” será feita pela organização PRIMA &#8211; Projeto de Reflorestamento Integrado da Mata Atlântica. O trabalho resulta de um levantamento de todas as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) gerados pelo evento, de modo a que possam permitir um estudo e cálculo seguro do que é necessário para garantir a compensação ambiental do carbono emitido. Depois, são plantadas as árvores que possuem capacidade de sequestrar aproximadamente cinco toneladas de carbono, num período de 21 anos.</p>
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		<title>Embelezamento não muda &#8220;práticas&#8221; na Riachuelo</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 00:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Marcio Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Rafael Paza
Moradores e comerciantes reclamam da falta de segurança e a convivência com usuários de drogas e comércio do sexo numa das mais importantes ruas do Centro histórico
A Prefeitura de Curitiba começou em outubro do ano passado as obras de revitalização da rua Riachuelo, no centro da cidade. Os trabalhos começaram pelas calçadas, sinalização e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Rafael Paza</strong></p>
<blockquote><p>Moradores e comerciantes reclamam da falta de segurança e a convivência com usuários de drogas e comércio do sexo numa das mais importantes ruas do Centro histórico</p></blockquote>
<p>A Prefeitura de Curitiba começou em outubro do ano passado as obras de revitalização da rua Riachuelo, no centro da cidade. Os trabalhos começaram pelas calçadas, sinalização e iluminação de determinadas ruas. A proposta é levar à região central, onde parte do comércio é formado por lojas de móveis usados, um novo visual às ruas Riachuelo, São Francisco, Barão do Serro Azul e praças centrais, como a Generoso Marques (leia texto abaixo) e Tiradentes (reformada há cerca de dois anos), e o centro histórico do Largo da Ordem e posteriormente outras ruas próximas a região.<br />
Segundo nota divulgada pela prefeitura, a revitalização da Riachuelo terá custo de aproximadamente R$ 860 mil. O cronograma original previa a entrega da remodelada via no último dia 29 de março, quando a capital completou 317 anos.<br />
Além do atraso nas obras, muita coisa pode ter mudado. Mas para alguns moradores ainda há muito a ser alterado. “Tenho vergonha de andar com meus filhos na rua nos finais de semana. Aqui é o paraíso da prostituição. Uma vez levei meu filho para passear no Passeio Publico, depois daquela vez nunca mais passei perto. O pior de morar na Carlos Cavalcanti é isso: bar e prostituição. Aonde que vou andar com as minhas crianças”, reclama a moradora Ivone*.<br />
“Acabar com os traficantes e a prostituição nos arredores da Riachuelo? Impossível. A única coisa que vai mudar é o valor a ser pago pelo aluguel. Ficará muito mais caro pois falarão que o bairro vai se valorizar”, prevê o comerciante Augusto Maroldi, revelando ainda problemas de segurança, ao contar que sua loja foi assaltada três vezes somente em 2010.<br />
Ruim para alguns, bom para outros. De acordo com o projeto da revitalização a  Feira do Largo da Ordem aumentou e tem mais segurança. “Graças a essas mudanças, a feira tem novos clientes e não precisamos mais nos preocupar com esses jovens que querem farrear”, conta a feirante Ana Farias.<br />
Muitos moradores e comerciantes alegam não ter visto melhorias e fazem o questionamento se essa reforma realmente aconteceu.<br />
*  a mulher ouvida pela reportagem não quis revelar seu nome completo.</p>
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		<title>Centro Cultural Paço da Liberdade</title>
		<link>http://primeirapauta.com/br/?p=365</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 23:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Marcio Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Thayse Litwin

Reforma promovida a partir da uma PPP unindo uniu prefeitura e Sesc recupera parte da história de Curitiba e abre espaço multicultural para arte e cultura no coração da capital

Situada na região do centro histórico de Curitiba a Praça Generoso Marques passou por recente período de reforma. Como forma de remodelar esse trecho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Thayse Litwin</strong></p>
</blockquote>
<p>Reforma promovida a partir da uma PPP unindo uniu prefeitura e Sesc recupera parte da história de Curitiba e abre espaço multicultural para arte e cultura no coração da capital</p>
<blockquote>
<p>Situada na região do centro histórico de Curitiba a Praça Generoso Marques passou por recente período de reforma. Como forma de remodelar esse trecho da Capital, surgiram iniciativas ainda na última década do século passado. A primeira campanha incentivou proprietários de prédios antigos, situados no entorno da praça, a pintar e manter atualizada a fachada dos mesmos. Há cerca de sete anos, com o apelo da iniciativa privada, a partir do lançamento do projeto Centro Vivo, originado por intermédio da Associação Comercial do Paraná.<br />
Mas foi uma Parceria Público Privada a responsável por transformar um dos principais marcos da história da cidade de Curitiba num espaço de cultura e lazer para a população da capital e aos turistas que frequentam a cidade. O prédio histórico, originalmente construído para abrigar a prefeitura municipal, em 1916, transformou-se no Paço da Liberdade. Situado no centro da Praça Generoso Marques, abriga o Centro Cultural SESC, que tem gerenciamento compartilhado com a Fundação Cultural de Curitiba (FCC). Após uma revitalização, que durou dois anos, e investimentos da ordem de R$ 8 milhões, foi reaberto ao público em março do ano passado.<br />
De sua edificação até 1971, quando a prefeitura foi transferida para sua sede atual (localizada no Centro Cívico), o edifício passou a abrigar o Museu Paranaense que se manteve aberto até 2002, quando o acervo e a sede foram transferidos para o Palácio São Francisco, na Praça João Cândido. Até 2008, o prédio tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ficou fechado. Por ser considerado um dos mais importantes monumentos arquitetônicos da cidade, foi revitalização através de um convênio assinado entre o Sistema Fecomércio (SESC, SENAC) e a Prefeitura de Curitiba.<br />
Reforma da estrutura<br />
As obras foram acompanhadas por especialistas e restauradores, sob a coordenação do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc). O foco era preservar as características originais da arquitetura inspirada no estilo “Art Noveau”, com formas curvilíneas e sinuosas, como pode ser observado no desenho da fachada. O arquiteto Abrão Assad, responsável pelos projetos, entende que a reabilitação beneficia a cidade. “Sua privilegiada localização, no coração da cidade, aliada a uma programação adequada, a transformará o local numa das ‘salas de visita’ de Curitiba”, acredita Assad.<br />
Nos seus 2.205,70 metros quadrados de área interna construídas, o Paço está dividido em quatro pavimentos. Em sua estrutura, a reforma privilegiou a independência dos espaços, proporcionando eixos temáticos teórico-práticos, os quais unidos têm capacidade de receber cerca de duas mil visitas ao dia.<br />
O espaço térreo, denominado “Interação”, é composto de recepção, biblioteca, sala de leitura, livraria, café cultural/musical, além de uma plataforma digital de Internet para consultas e pesquisas de trabalho. O segundo pavimento contém mini-cinema, salas de aula multiuso, laboratórios de produção eletrônica e salão de exibição audiovisual. Nesse estúdio, o Paço oferta programação diferenciada. Quem adentra ao ambiente, pode ouvir sons emitidos entre 1870 a 1913. É possível ouvir feirantes anunciando produtos, o trotar e relinchar de cavalos &#8211; principal meio de transporte da cidade à época, entre outras relíquias nostálgicas do período.<br />
A “Sala Cândido de Abreu” é uma homenagem ao prefeito responsável pela construção do Paço Municipal. A Sala ocupa todo o segundo andar do edifício. Para manter sua caracterização, foi remontado o gabinete do prefeito, com detalhes da época. E o quarto pavimento do Palácio abriga um amplo salão para exposições artísticas e culturais. Para o diretor regional do Sesc Paraná, Paulo Cruz, o Paço é um centro de cultura. “No Paço, o processo de fomento da produção artística estará intimamente ligado à formação continuada, a ser viabilizada na forma de cursos de curta e longa duração, oficinas pedagógicas, debates e workshops com artistas renomados”, descreve. Até 2034 o Paço irá funcionar, sob a administração do Sesc.</p>
<p>Serviço:<br />
Praça Generoso Marques, 187.<br />
Telefone: 3234-4200<br />
Horários de visitação:<br />
Terça à sexta das 10h às 21h<br />
Sábado 10has 18h<br />
Domingo 12h às 17h</p>
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		<title>15.ª edição do Prêmio Sangue Novo premia futuros jornalistas paranaenses</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 02:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Marcio Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Lucian Haro
A entrega do Prêmio Sangue Novo no Jornalismo Paranaense chegou à sua 15ª edição e apresentou, na noite da quinta-feira, dia 27 de maio, em Curitiba, os trabalhos vencedores das 18 categorias em disputa, neste ano. A cerimônia de premiação ocorreu na Praça do Iguaçu do Memorial de Curitiba, no Largo da Ordem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Lucian Haro</p>
<p>A entrega do Prêmio Sangue Novo no Jornalismo Paranaense chegou à sua 15ª edição e apresentou, na noite da quinta-feira, dia 27 de maio, em Curitiba, os trabalhos vencedores das 18 categorias em disputa, neste ano. A cerimônia de premiação ocorreu na Praça do Iguaçu do Memorial de Curitiba, no Largo da Ordem e foram apresentadas reportagens, fotografias, programas de rádio, videodocumentários, telejornais e trabalhos de conclusão de curso, produzidos por alunos de Jornalismo de vinte das 29 Instituições de Ensino Superior que ofertam o curso no Paraná.<br />
O prêmio foi criado em 1996 pelo Sindicato dos Jornalistas do Paraná (Sindijor-PR), como forma de contribuir à melhoria da qualidade de ensino nas escolas de comunicação do Estado, estimulando o reconhecimento dos trabalhos desenvolvidos pelos próprios estudantes, nas instituições. E hoje, com quinze anos de história, o que o Sindijor-PR espera, segundo a atual administração, é que o “Sangue Novo” cresça, não apenas em participação de alunos e faculdades, mas também em importância e credibilidade.<br />
Premiados<br />
Na categoria Relevância Social, os vencedores foram os jornalistas Flávio Freitas e Marisa Cristina Rodrigues, recém-formados pela Universidade Positivo. A dupla inscreveu no prêmio o livro reportagem “Manual de combate à violência contra a mulher”, desenvolvido em mais de um ano meio de trabalho.<br />
De acordo com Freitas, o tema foi escolhido pela importância e preocupação que tem causado na sociedade atualmente. “Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgados, recentemente, apontam que uma em cada três mulheres já sofreu algum tipo de violência física, moral ou sexual. E na maioria dos casos, os abusos aconteceram dentro das próprias casas delas”, afirma. Ainda segundo Freitas, o livro serve como um guia de serviço às mulheres, para que saibam como agir no caso de sofrerem algum tipo de trauma. A motivação psicológica às vítimas está exposta, também, no final de cada capítulo do manual, onde depoimentos de mulheres que superaram aos casos de violência foram publicados.<br />
O melhor Telejornal Laboratório, na opinião dos jurados, foi produzido pela TV Comunicação, pelos alunos da Universidade Federal do Paraná (UFPR). O programa foi fechado em uma semana e contou com a colaboração de acadêmicos de todos os períodos do curso de Jornalismo para ficar pronto.<br />
A recém-formada jornalista Amanda Menezes, que à época da inscrição da peça no prêmio cursava o último ano da faculdade, disse que o critério para escolha das notícias exibidas no jornal era a relevância dos temas e a preocupação com o interesse dos telespectadores. “Tínhamos que escolher os temas que atraíssem a atenção não só dos alunos dos outros cursos da UFPR, mas também dos telespectadores que acompanham o programa pela TV a cabo”, afirma Amanda. O estudante Rodrigo Batista, que participou do telejornal como repórter, lembra da importância de poder praticar as técnicas de apuração de notícias, aprendidas em sala de aula de forma teórica. “Com esse tipo de atividade, podemos colocar em prática o que aprendemos na teoria e fica mais fácil entender a rotina que esperamos encontrar no mercado de trabalho”, ri ironicamente Batista, parecendo preocupado. Ele comentou ainda, sobre a dificuldade dos estudantes de Jornalismo de encontrar oportunidades nas redações dos meios de comunicação da capital. “É complicado. Às vezes, você acaba aceitando uma vaga de assessoria de imprensa porque são as disponíveis  e ficar sem trabalhar, não dá”, finaliza o estudante.</p>
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		<title>Mudanças e evolução do prêmio</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 02:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Marcio Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
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		<description><![CDATA[por Rafael Paza
Em sua décima quinta edição, o prêmio Sangue Novo destacou 18 trabalhos que mereceram o primeiro lugar em suas respectivas categorias. Neste ano foram mais de 216 trabalhos inscritos divididos nas 18 categorias que abrangem todas as “formas” do jornalismo. A cerimônia que foi realizada no Memorial de Curitiba e teve a participação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Rafael Paza</p>
<p>Em sua décima quinta edição, o prêmio Sangue Novo destacou 18 trabalhos que mereceram o primeiro lugar em suas respectivas categorias. Neste ano foram mais de 216 trabalhos inscritos divididos nas 18 categorias que abrangem todas as “formas” do jornalismo. A cerimônia que foi realizada no Memorial de Curitiba e teve a participação de mais de 300 pessoas, surpreendeu o público que já havia acompanhado edições anteriores como cita o professor Emerson Castro Firmo da Silva.<br />
“Mudou muito. Em suas primeiras edições era realizada uma simples discussão sobre qual era o melhor trabalho em cada uma das categorias, que alias, nem tinha tantas assim. Pelo nível dos trabalhos inscritos acredito que os jurados tenham que analisar muito bem cada um pra poder escolher os melhores”, destaca Castro, orientador de dois trabalhos finalistas da cerimônia de entrega, e que foram escolhidos como primeiro (Projeto Jornalístico para Internet) e terceiro (Projeto Jornalístico para Assessoria de Imprensa).<br />
Essa edição mostrou também que muitos alunos se destacam e acabam ganhando não somente um prêmio como é o caso da recém formada pela UFPR, Thaís Cristina Schneider, vencedora de dois prêmios: o primeiro pelo Jornal Antenados (Projeto em Telejornalismo) e o TV Comunicação (Telejornal Laboratório) realizado em conjunto pelo terceiro e quarto anos de jornalismo da instituição pública. Thaís conta que este último era realizado uma vez por semana o que acarreta muito trabalho aos alunos que precisavam se dividir entre gravações e a produção de seus trabalhos de conclusão de curso. Thaís conseguiu dividir o tempo, tanto que o Jornal Antenados é o seu TCC e que a deixou muito orgulhosa.<br />
“Sempre gostei da área de telejornalismo. Quando entrei no jornalismo já sabia que essa seria a área para eu atuar. Foi muito bom concorrer com os dois trabalhos porque eles foram feitos de forma diferente e muita coisa que não usei em um pude utilizar em outro. Então acabei vendo vários caminhos diferentes para se produzir um telejornal”, argumenta a recém-formada. Ela diz que o &#8220;Antenado&#8221; foi feito para utilizar linguagem mais descontraída que o TV Comunicação. Thaís só se sente desanimada com o mercado pois avalia ser difícil um jornalista ir pra área e/ou meio de comunicação que quer.<br />
Fato confirmado por outra vencedora: Marie-Claire Devos, que recebeu o troféu de primeiro lugar pela Revista Curitibano’s (Projeto em Jornalismo Impresso). “Adoraria manter este projeto da revista para frente, pois amo jornalismo impresso, mas o mercado não é fácil”, pondera. “Este projeto já foi pensado de forma a se tornar online ou pra mídias como o rádio e a TV com certeza vai dar certo”, completa jornalista.</p>
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		<title>Erotismo e promiscuidade no palco</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 00:56:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Marcio Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[OPINIÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[Festival de Teatro de Curitiba traz fragmentos da obra do provocativo Nelson Rodrigues
Por Marco Aurélio Fortes
O publico pôde assistir, pela primeira vez em Curitiba, uma adaptação original do livro A Vida Como Ela É, do cronista carioca Nelson Rodrigues. Na mostra paralela Fringe, do Festival de Teatro de Curitiba, a peça trouxe uma tensa trama [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></em>Festival de Teatro de Curitiba traz fragmentos da obra do provocativo Nelson Rodrigues<em></p>
<p></strong>Por Marco Aurélio Fortes<strong></p>
<blockquote><p>O publico pôde assistir, pela primeira vez em Curitiba, uma adaptação original do livro A Vida Como Ela É, do cronista carioca Nelson Rodrigues. Na mostra paralela Fringe, do Festival de Teatro de Curitiba, a peça trouxe uma tensa trama de diálogos que exploram imperfeições humanas, adultério, morte, incesto e ironia. Sob a direção de Edson Bueno, jovem diretor e consagrado talento da nova safra de artistas de palco.<br />
A encenação apresenta, de forma natural, as palavras do dramaturgo. Com sua linguagem acida e provocativa, a peça como as crônicas do autor, causam perplexidade e vergonha pelas palavras vulgares e eróticas colocadas de forma genial.<br />
Eletrizante e rico em poesia, o texto abusa de palavrões e excentricidades. Os atores descrevem situações e acontecimentos nos quais percorrem diversos personagens de Rodrigues. O trágico episódio da morte do irmão Roberto, mais velho que Nelson – assassinado aos 23 anos na redação do jornal do pai – marcou e influenciou a vida e a obra do escritor – ele presenciou o fato.<br />
A criativa adaptação tem o diretor como ator central. Edson dialoga com personagens das principais obras do dramaturgo. Sofre as angustias e emoções de Paulo adolescente que tem um amor carnal com a irmã e resulta num pacto sinistro de morte entre ambos. Discute filosofia de botequim com Roberto um autentico e boêmio carioca dos anos 50, que entre bordéis e bares desfruta da vida social promiscua do Rio de Janeiro, afirmando que sempre confiou suas confidências e intimidades apenas às prostitutas que seriam o verdadeiro diário pessoal da sociedade brasileira.<br />
A peça cumpre seu desafio de mostrar ao publico as emoções mundanas e humanas retratadas na obra do dramaturgo</p>
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