GTA entra para o livro dos recordes

13 mai, 2008 | Por Luiza Zarnott | Seção: Tecnologia

Já nas primeiras 24 horas jogo gerou faturamento de US$ 310 milhões.

O jogo Grand Theft Auto 4 (GTA), se tornou o produto de entretenimento mais vendido da história. A informação foi divulgada pelo Guiness Book nesta terça-feira 13, apontando que já nas primeiras 24 horas a nova edição do GTA vendeu 3,6 milhões de unidades, gerando um faturamento de US$ 310 milhões.
Ainda de acordo com o Guiness, a arrecadação com o jogo superou qualquer outro jogo, filme ou livro já lançados. Até então, o recordista era o livro Harry potter e as Relíquias da Morte, com faturamento de US$ 220 milhões no primeiro dia. Entre os videogames, o recorde anterior era de Halo 3, com US$ 170 milhões.
O jogo, um dos mais esperados para este ano, chegou ao mercado mundial no dia 29 de abril. No Brasil, o lançamento foi feito nesta segunda-feira (12), em versões para PlayStation 3 e Xbox 360, por um preço sugerido de R$ 229,90.
No Brasil, estimasse que sejam vendidas no primeiro momento, 40 mil cópias, cerca de quatro vezes mais que as versões passadas.

Mais sangue e realidade

O game conta a história de um imigrante croata (Niko Bellic) que chega aos Estados Unidos em busca do “sonho americano”. A missão de Bellic é encontrar um homem que, no passado, havia cometido uma injustiça contra ele.
Nesta edição, a produtora Rockstar deu ênfase ao conteúdo politicamente incorreto do jogo, tanto no roteiro, quanto nas cenas.
Em meio às aventuras, o protagonista vai conviver com personagens como contrabandistas, policiais corruptos e prostitutas de baixo nível. Além de assaltos a carros e bancos e confrontos com policiais, já existentes em edições anteriores. Os personagens do GTA 4 ganharam a capacidade de cometer novos delitos, como dirigir bêbado. E as prostitutas da série agora podem fazer danças eróticas nas ruas de Liberty City, cidade virtual onde tudo acontece.
Nas brigas, os sistemas de tiro e cobertura foram aperfeiçoados. Agora é mais fácil se esconder dos tiroteios e chamar comparsas para o confronto, por meio de ligações de celular. Ações como agarrar-se a veículos ou entrar em prédios também ficaram mais reais.

Por Luiza Zarnott

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